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Enxame Mandaçaia (Melipona quadrifasciata) – Sitio Aborigene – Agricultura Regenerativa Ecoturismo Hospedagem Agrofloresta Apicultura Meliponicultura Fungicultura

Enxame Mandaçaia (Melipona quadrifasciata)

R$300,00

meliponicultura é uma atividade sustentável, que auxilia na preservação das espécies vegetais e no equilíbrio biológico nos diferentes biomas brasileiros. Como  recompensa é  possível desfrutar de mel e própolis medicinal diretamente das maiores ponilizadoras de nosso planeta.

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Mandaçaia (palavra indígena que significa vigia bonito) é uma abelha social brasileira, da tribo Meliponini. A espécie mede de 10 mm a 11 mm de comprimento com o corpo mais robusto e volumoso que o das abelhas comuns do gênero Apis, tendo a cabeça e tórax pretos, abdome com faixas amarelas e asas ferrugíneas. Constrói seus ninhos dentro de cavidades existentes nos troncos ou galhos das árvores. Também é conhecida pelos nomes de amanaçaí, amanaçaia, manaçaia e mandaçaia-grande. São abelhas sociais extremamente mansas, que quando em colônias bastante fortes podem no máximo apresentar o comportamento defensivo de voar sobre as pessoas, esbarrando na pele, mas raramente beliscam. Seus ninhos são encontrados em ocos de árvores, sendo que a entrada possui raias convergentes de barro e o espaço permite que somente uma abelha passe de cada vez.

 

Disponíveis : 2

EAN: 7890000025232 Categoria:

Descrição

Mandaçaia (palavra indígena que significa vigia bonito) é uma abelha social brasileira, da tribo Meliponini. A espécie mede de 10 mm a 11 mm de comprimento com o corpo mais robusto e volumoso que o das abelhas comuns do gênero Apis, tendo a cabeça e tórax pretos, abdome com faixas amarelas e asas ferrugíneas. Constrói seus ninhos dentro de cavidades existentes nos troncos ou galhos das árvores. Também é conhecida pelos nomes de amanaçaí, amanaçaia, manaçaia e mandaçaia-grande.

 

São abelhas sociais extremamente mansas, que quando em colônias bastante fortes podem no máximo apresentar o comportamento defensivo de voar sobre as pessoas, esbarrando na pele, mas raramente beliscam. Seus ninhos são encontrados em ocos de árvores, sendo que a entrada possui raias convergentes de barro e o espaço permite que somente uma abelha passe de cada vez.

Os favos de cria são horizontais ou helicoidais e não ocorrem células reais. O invólucro está presente ao redor dos favos e é construído com cerume. Os potes de alimento são ovóides e apresentam de 3 a 4 cm de altura.[3] As colônias apresentam de 300 a 400 abelhas (Lindauer & Kerr, 1960).[4] Nesta espécie, a diferenciação de casta é determinada por fatores genéticos e alimentares e de 12 a 25% das crias originam rainhas.[5] O período completo de desenvolvimento para Melipona é de aproximadamente 38 dias, sendo 5 dias de desenvolvimento embrionário (ovo), 15 dias de estágio larval e 18 dias de estágio pupal.[6]

Apesar da população de cada colônia ser bastante pequena estas abelhas podem produzir quantidades expressivas de mel, chegando a 3 ou mesmo 4 litros por temporada se as condições forem apropriadas. Seu mel é bem mais claro e menos viscoso do que o mel das abelhas comuns, sendo também menos doce e com um toque cítrico. Seu sabor em geral é considerado muito agradável. Suas propriedades antimicrobianas são também mais pronunciadas que a do mel comum, e ele é empregado em algumas comunidades como remédio para afecções da boca, da garganta e dos olhos. Estudos com cobaias em laboratório demonstraram que ele realmente apresenta efetividade pelo menos no caso de conjuntivites.[7]

O temperamento das mandaçaias é extremamente pacífico e tímido. Suas operárias tendem a deixar as colméias e imediatamente partir para a copa das árvores onde costumam procurar e recolher pólen, néctar e resinas vegetais para seu uso. Estas abelhas não frequentam estabelecimentos humanos como lanchonetes e padarias, nem recolhem material do lixo como ocorre com as abelhas comuns. Também não é usual que se vejam abelhas esvoaçando ao redor das colméias, embora às vezes o façam por curtos períodos de tempo. Durante o dia é normal que apenas uma abelha fique postada no início do túnel de entrada da colônia, em posição de vigia para evitar a entrada de insetos predadores ou parasitas. Quando a colméia em si é aberta para extração de mel ou outros propósitos a maior parte das abelhas simplesmente corre para se esconder nos cantos mais escuros, em um comportamento similar ao das baratas. Isso facilita bastante o trabalho do meliponicultor, que não precisa se preocupar com ataques por parte das abelhas, mas também faz com que fiquem indefesas contra predadores de maior porte e tem contribuído para que elas estejam desaparecendo da natureza.



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